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HOLLYWOOD EM ALERTA: IA chinesa cria cenas hiper-realistas e estúdios partem para o ataque

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📅 Fev 2026 ⏱️ 20 min de leitura

Roteirista de Deadpool reage a vídeo viral com Tom Cruise e Brad Pitt gerado por IA: “Parece que acabou”. Entenda por que a Sidens 2.0 acendeu o sinal vermelho na indústria.


Se você ainda associava vídeo gerado por Inteligência Artificial a rostos derretendo ou mãos com seis dedos, talvez seja hora de atualizar o repertório.


A ByteDance, gigante chinesa dona do TikTok, colocou mais lenha na fogueira da corrida por IA generativa ao apresentar a Sidens 2.0, modelo que promete vídeos com nível de realismo próximo ao de uma produção de estúdio. E o impacto foi imediato.

O vídeo que virou combustível para o pânico

Um clipe de 15 segundos começou a circular nas redes: Tom Cruise e Brad Pitt em uma sequência de ação digna de blockbuster de US$ 200 milhões.


Detalhe importante: a cena nunca foi filmada. O material teria sido gerado a partir de um prompt simples. A qualidade chamou atenção não só do público, mas também de profissionais da indústria.


O roteirista Rhett Reese, conhecido por trabalhos como Deadpool e Zumbilândia, teria comentado em tom alarmado: “Parece que acabou”. O medo não é apenas pela estética, mas pela velocidade.

Por que a Sidens 2.0 é o “Aralto do Apocalipse”?

Diferente das versões anteriores, a nova IA resolveu três problemas críticos do setor:

Processos e “Saqueadores”: A reação dos gigantes

A Motion Picture Association (MPA) — que representa estúdios como Disney, Warner e Netflix — estaria avaliando medidas legais contra o uso não autorizado de propriedades intelectuais no treinamento de modelos de IA.


A principal acusação envolve o uso de bibliotecas protegidas, incluindo franquias como Star Wars e conteúdos da Marvel, para treinar algoritmos sem consentimento formal.


O problema técnico é que modelos de IA não “desaprendem” com facilidade. Uma vez que os padrões foram absorvidos, removê-los do núcleo do sistema é um desafio técnico e jurídico.

O que esperar agora?

Estamos vivendo um possível “Dia D” da propriedade intelectual. Se a justiça não conseguir frear o avanço dessas ferramentas, o cinema pode se dividir em duas frentes:


Até mesmo Elon Musk já alertou que o avanço da IA está acontecendo rápido demais. A questão agora não é apenas técnica — é jurídica, ética e econômica.


E você? A IA vai salvar ou transformar radicalmente o cinema como conhecemos?